Marketing de influência “sem influenciadores”: como tornar sua empresa uma autoridade

Marketing de influência “sem influenciadores”: como tornar sua empresa uma autoridade

Marketing de influência é uma abordagem que consiste em praticar ações focadas em indivíduos que exerçam influência ou liderança sobre potenciais compradores.


Em uma rápida pesquisa no Google você consegue encontrar inúmeros cases estrangeiros de muitas empresas que buscaram se relacionar não com pessoas comuns, mas com famosos.


Mas, como se utilizar dessa poderosa estratégia em um nicho não tão popular como o ramo de Data Centers?


Se grandes influenciadores exercem certo poder de decisão, será que isso também se aplica a um universo bem menor e restrito voltado a profissionais de setores de desenvolvimento de tecnologia para grandes empresas?


Em entrevista ao canal Ask the Pro, no YouTube, ancorado pelo famoso apresentador americano Grant Cardone, o especialista Bill Carmody explica porque o relacionamento com especialistas ou fãs influenciadores pode muitas vezes ser mais vantajoso do que trabalhar com midiáticos.


E é justamente a partir desta premissa que o nosso caso de sucesso da vez se desenvolve: como fazer marketing de influência sem gastar rios de dinheiro com grandes personalidades?


Neste conteúdo você vai encontrar tudo sobre:


  • Tipos de influenciadores digitais
  • O que é ser um influenciador?
  • Como praticar o marketing de influência?
  • Exemplo de marketing de influência “sem influenciadores” 


O cliente

Antes de seguirmos, é fundamental que você entenda um pouco mais sobre a realidade do nosso cliente e, principalmente, sobre o desafio que nosso time de criativos tinha de enfrentar.


Liderada por Sidney Fabiani, a Gemelo conta com mais de 170 colaboradores e atua com foco na fabricação própria de Data Centers em containers pré-fabricados no Brasil.


Com mais de 340 m² de área construída, a marca ainda é reconhecida internacionalmente como detentora da maior fábrica de Data Center Pré-Fabricado Outdoor da América Latina.


Sua principal especialidade são os containers certificados pelas normas internacionais de segurança (TIER 3) com tecnologia de ponta aplicada a Ambientes de Missão Crítica.

 

O desafio

Apesar de ser reconhecida como referência internacional em serviços de armazenamento de dados, o cliente enfrentava uma dissonância de marca.


Muitos representantes nacionais do setor não associavam a empresa aos méritos internacionais dos serviços prestados, com isso, assumimos a missão de fortalecer a marca no seu nicho de atuação.


Para isso, optamos por trabalhar a presença digital da Gemelo para expressar a real credibilidade de uma das maiores fábricas de Data Center da América Latina.


Como primeiro passo estratégico, adotamos a premissa de que todo o conteúdo disponível sob o domínio da empresa deveria ser otimizado para as principais ferramentas de busca (SEO).


Contudo, para além do trabalho técnico, ainda havia uma lacuna a ser preenchida: que ações podem ser tomadas para transmitir autoridade para a marca?


Contratar algum influenciador é normalmente muito caro e, por se tratar de um nicho de mercado bem restrito, essa estratégia não faria sentido.


Portanto, fica claro que, às vezes, é recomendável que as marcas desçam um degrau e olhem para pessoas reais que investiram tempo construindo relacionamentos reais.


Muitas vezes são pessoas que conquistaram respeito e influência em grandes grupos de pessoas, mas que ainda não encontraram meios de usar isso a seu favor.


A considerar que o rosto da Gemelo em reuniões de negócios sempre é o próprio dono, Sidney Fabiani, nosso time de conteúdo tinha tudo que precisava em mãos: um influenciador!

 

O que é ser um influenciador?

Como você já deve ter notado, o que diferencia um influenciador de uma pessoa comum não é somente o número de seguidores.


Segundo o portal americano Media e Marketing, desde 2012 um famoso analista digital do Grupo Altimer, Brian Solis, cunhou o termo “Pilares da Influência” para exemplificar isso. 


Basicamente o analista entende que fatores como alcance, relevância e ressonância - os três Rs, são os princípios fundamentais nas relações entre os influenciadores e a sua comunidade.


Para ficar mais claro, considerando os três pilares da influência, vamos adaptar esta ideia para a realidade da nossa marca em pauta: a Gemelo Data Centers.

 

Relevance (Relevância)

Consiste em avaliar se o influenciador é alguém importante no segmento da marca que pretende contratá-lo.


A considerar a presença recorrente do Sidney em reuniões diretas com seu público-alvo e sua expertise em projetos de Data Center, o consideramos como relevante dentro deste nicho.

 

Reach (Alcance)

Consiste em avaliar se a quantidade e a qualidade das pessoas que o influenciador alcança faz sentido para a marca.


A considerar a forte presença do Sidney em reuniões e eventos por todo o Brasil e sua expertise de mercado, também podemos associar um potencial de alcance atrelado à sua imagem.

 

Resonance (Ressonância)

Consiste em avaliar se o conteúdo que o influenciador cria é relevante para a audiência — e se ele realmente se espalha e se engaja com as pessoas, gerando impacto positivo.


Em muitas das reuniões, é notável a desenvoltura e percepção de mercado do Sidney quando o assunto é Data Center, logo, seus apontamentos ressoam de forma positiva em seu nicho.

 

Número de seguidores X Qualidade de seguidores: qual importa mais?

Ao passar pelo crivo dos pilares da influência, é notável que o número de seguidores realmente não é o fator decisivo dessa estratégia, afinal, qualidade é mais interessante que quantidade.


No caso do nosso cliente, é fácil perceber que, apesar de não investir em sua presença digital e não ter milhares de seguidores, sua postura ativa no mercado o tornou uma figura de Relevância.


Suas participações como palestrante em locais prestigiados pelo seu nicho contribuem para a sua imagem pessoal e, consequentemente, asseguram um Alcance de marca excepcional.


E, finalmente, sua opinião fundamentada em sua experiência de mercado agrega Ressonância e autoridade à sua fala em reuniões e eventos do seu nicho de atuação. 


Mas como um atarefado dono de uma empresa pode se tornar um influenciador?


Neste ponto entramos em uma outra linha de raciocínio em que, sim, um dono de empresa pode ser um influenciador já que existem diferentes tipos de influenciadores.

 

Tipos de influenciadores digitais

Em termos gerais, os influenciadores são normalmente classificados pelo número de seguidores.


Existem diferentes entendimentos na quantidade de followers para cada faixa, mas elas seguem entre nano, micro, intermediário, macro e megainfluenciadores.


Mas, como vimos, ser um influenciador não depende exclusivamente da quantidade de seguidores.


Também não significa que, do dia para a noite, o dono de um negócio deva começar a gravar vídeos para aparecer, aderir os Stories ou criar um Vlog diário.


Para entender isso melhor, precisamos esclarecer que a ideia sobre o que é ser influenciador ainda é relativamente nova e pode variar. 


Mesmo que no mercado não haja consenso a respeito da melhor forma de fazer marketing de influência (se é que existe uma definitiva), existem algumas premissas válidas para todos.


Dentro da premissa de que um influenciador exerce certa influência em determinados grupos, uma maneira didática de categorizar os influenciadores é dividi-los em três grandes grupos:


  • Midiáticos: jornalistas, analistas e investidores eram os influenciadores da era off-line e ainda exercem esse papel nos meios digitais.


  • Especialistas: líderes de comunidades online, como youtubers, blogueiros, especialistas de mercado, evangelizadores etc.


  • Fãs influenciadores: usuários comuns que se destacam em grupos segmentados.


Sabendo disso, cabe aos gestores de determinada ação avaliar o que melhor se encaixa em sua estratégia e escolher os mais adequados conforme os objetivos da campanha.


No caso do representante chefe da Gemelo Data Centers, considerando os três grandes grupos de tipos de influenciadores, podemos enquadrá-lo na categoria especialista de mercado.


A esta altura, à medida que reconhecemos o cliente em uma das categorias, o planejamento das ações é desenhado enquanto os próximos passos se tornam cada vez mais claros.


Com isso, chegamos até a definição das possíveis ações que podemos aderir ao considerar a potencialidade de autoridade que a influência do Sidney pode agregar à marca Gemelo.

 

Planejamento: como praticar o marketing de influência?


Como muitas das atividades de marketing, o princípio é simples: definir objetivos e detectar as melhores formas de alcançá-los.


As variáveis da operação e o fato de não se tratar de uma ciência exata exigem expertise da equipe ou profissionais envolvidos no processo.


Mas, em linhas gerais, podemos dizer que o marketing de influência exigiu que nossa equipe tivesse o domínio técnico para realizar quatro ações práticas:


1. Defina com quem vai falar

 

2. Escolha o seu formato de conteúdo

 

3. Crie uma estratégia de divulgação assertiva

 

4. Meça os resultados 


Abaixo, detalhamos na prática como nossa equipe de conteúdo tem utilizado o marketing de influência “sem super influenciadores”, para agregar valor e gerar autoridade para a Gemelo.


Exemplo de Marketing de Influência “sem influenciadores”

 

#1 Defina com quem vai falar

Como em toda ação de marketing, o ponto de partida é estabelecer qual o público (ou buyer persona) a quem se destina a mensagem.


No caso, tínhamos como objetivo alcançar os responsáveis ou pessoas próximas daqueles que realmente detêm o poder de tomada de decisão na hora da compra de um Data Center.


Com a persona em mente até mesmo o linguajar técnico é passível de se tornar uma abordagem útil para aproximar o conteúdo dos verdadeiros interesses do público em questão.


Ainda assim, para assegurar que a mensagem ao menos iria alcançar o público de interesse da ação, ainda era necessário averiguar como deveríamos “empacotar” esta mensagem.


E isso nos leva ao segundo passo.

 

#2 Escolha o formato do seu conteúdo

Em alinhamento com a etapa #1, é necessário definir como a mensagem será transmitida.


A considerar que nosso cliente já contava com certa autoridade atrelada à sua imagem pessoal, o desafio era emparelhar a autoridade do dono (reconhecido como especialista) à marca Gemelo.


Nos primeiros meses selecionamos temas relacionados ao mercado de Data Centers baseados em assuntos relevantes considerando o volume de buscas por determinadas palavras no Google.


Com isso em mãos, podemos criar a linha editorial de conteúdo intitulada “Sidney Responde”.


Com a devida atenção para que o arquivo de palavras-chave fosse amplo o suficiente para não interferir no modo como o influenciador cria a mensagem, iniciamos a produção de conteúdo.


Como dito, tínhamos acordado que a desenvoltura e imagem pessoal do Sidney era uma das chaves para fortalecer a marca, logo, optamos por produzir conteúdos em vídeo. 


Dúvidas técnicas comuns em reuniões sobre como escolher um Data Center, preço, garantia e funcionamento puderam ser respondidas de forma objetiva, técnica e muito espontânea!


E ainda, não podemos esquecer que dentro desta relação entre autoridade e marca, a identidade visual se torna uma ótima aliada quando o assunto é fortalecimento de marca.


Sabendo disso, todas as produções em vídeo seguiam um mesmo padrão visual, bem como todas as peças de comunicação ligadas à linha editorial criada.


#3 Crie uma estratégia de divulgação assertiva

Por se tratar de um nicho altamente restrito, a estratégia de distribuição também deve ser considerada se quisermos obter resultados satisfatórios.


Logo, com os temas de conteúdos sobre as principais dúvidas do mercado alinhados à imagem pessoal do Sidney criamos um newsletter em que os clientes eram os primeiros a ter acesso. 


Considerando que a marca havia conquistado uma lista de e-mails de grandes nomes do mercado de tecnologia, encaramos este acesso como a oportunidade de distribuição ideal a ser explorada.


Ainda que o conteúdo também fosse postado nas redes sociais e adaptado para o blog da marca, o que realmente nos interessava era o disparo do e-mail para os que já eram clientes da Gemelo.


Em termos práticos, havíamos definido uma linha editorial interessante para o público daquele nicho e tínhamos acesso à rede de contatos de clientes e potenciais públicos de interesse.

 

#4 Meça os resultados

Nesta etapa, os resultados devem ser medidos tendo em vista os objetivos estipulados no início, logo, a forma de mensurar pode variar de acordo com a sua estratégia.


No caso em questão, podemos considerar tanto dados quantitativos (número de cliques, aberturas de e-mail etc.) quanto qualitativos (respostas positivas ou comentários no geral).


No quesito quantitativo, as postagens nas redes sociais podem apresentar dados de engajamento e alcance, bem como informações do público que interagiu com o conteúdo.


No quesito qualitativo, tivemos relatos incríveis do próprio Sidney sendo reconhecido por grandes representantes nacionais da indústria de Data Centers.


E o melhor é que estamos nos primeiros meses de implementação, mas já conquistamos resultados significantes e mais um cliente satisfeito!


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Referências

https://blog.monetizze.com.br/empreendedorismo/como-conquistar-autoridade-no-meu-nicho/

 

https://tiagotessmann.com.br/autoridade-em-seu-nicho-de-mercado/

 

http://www.influency.me/blog/o-que-e-marketing-de-influencia/

 

https://www.comunique-se.com.br/blog/o-que-e-marketing-de-influencia/

 

https://www.media-marketing.com/en/opinion/pillars-of-influence-what-the-hell-is-that/

28/02/2020
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